Sem Tempo
Dezembro 13, 2009 on 12:39 pm | In Sem Categoria | No CommentsNovamente,
para quem está gostando, MIIIL DESCUULPAS.
Esse tempo que fiquei sem escrever, tive varios problemas familiares, por tanto não conseguia achar tempo nem para explicar o por que de minha ausencia.
Logo,
postarei novamente
com uma nova historia,
e espero que gostem..
Desculpa
Julho 1, 2009 on 12:32 pm | In Sem Categoria | 9 CommentsGente…
Sinto muito por não ter escrevido antes, mas é que eu estava na semana de provas e mal consegui entrar no pc esses dias.
Eu vim aqui para dizer que eu já comecei a escrever a minha proxima história, só que ela vai demorar para ser postada aqui, portanto tenham paciência.
PACIÊNCIA É UMA VIRTUDE!!!!
Sem escrever diariamente
Maio 5, 2009 on 8:53 pm | In Sem Categoria | No CommentsComo vocês devem ter visto,o meu blog mostrará minhas histórias prontas…
Portanto o tempo que não escrevi nada, não significa que esqueci de meu blog, é que estou no planejamento de minha proxima história.
Passei aqui só para avisar….
1ª história
Abril 28, 2009 on 9:15 pm | In Sem Categoria | No CommentsThe endless case-O caso sem fim
Há tres dias, eu , jenifer, que trabalho no departamento de investigacão, estava voltando de ferias em um cruzeiro com todo o Dpo.
Era um dia normal, acordamos, tomamos café da manha, e fomos para a piscina.Lá algumas pessoas resolveram só tomar sol e outras fizeram competição de natação,como eu.Em seguida fomos almocar e depois fomos para a ala dos cassinos, jogamos black-jack, vinte um, poker, roleta e vários caca-níqueis.
Noós ficamos nessa ala, até a hora do jantar. No jantar comemos comidas típicas de vários países: Brasil, Itália, Japão, China, Alemanha e muitos outros países que nao me lembro.Logo depois, a turma toda subiu para o alojamento.
Só que eu resolvi ficar na área da piscina, refletindo sobre minha vida. Depois de 15 minutos, um garçom apareceu e me ofereceu uma porção de camarões,falando que era por conta da casa, não resisti e aceitei. Após ter comido meia porção comecei a me sentir tonta, mas não liguei e continuei a comer.
Logo que acabei de comer, o mesmo garçom, me trouxe uma bebida, acho que era champanhe, aceitei e tomei de um gole só. Me senti mais tonta.Pouco depois, um cara apareceu com uma maquína fotográfica e pediu para eu ficar na posição da mulher do titanic, só que me equilibrando com os meus pés no corrimão.Como estava fora de mim, não pensei e fui direto para a proa. Depois do cara ter tirado umas 10 fotos me empurrou cai no mar e acabei desmaindo.
Acordei afundando no mar, nadei o mais rápido que pude,quando voltei a surpefíce, olhei para todos os lados e não via o navio. Perguntei a mim mesmo, O que teria acontecido?Foi aí que lembrei que estava no corrimão e me veio a pergunta: Quem era o cara das fotos? Será que já perceberam minha falta? Não conseguia achar nehuma resposta. Percebi que estava totalmente sozinha no mar e como já estava escurecendo resolvi procurar uma caverna ou um outro abrigo qualquer.Depois de ter nadado umas 15 horas,extremamente cansada, achei uma caverna e me abriguei nela.
Logo que acordei fui para o mar pescar. Em seguida me refrescei até perceber que o tempo estava fechando, então resolvi voltar pra caverna. Só que antes de entrar na caverna, ouso um estrondo e a pedra de cima da entrada desaba,tampando-a , sinto uma dor aguda. Quando olhei, vi que minha perna direita estava embaixo da pedra. Juntei todas as minhas forças e ergui a pedra.Quando o tempo clareou,mesmo com uma dor infernal, resolvi nadar,porque se eu ficasse parada na caverna, todo mundo que estivesse me procurando não iria me achar, já que o mar é infinito.
Consegui nadar umas 6 hora, achei uma ilha e fiquei nela. Percebi que nela havia coqueiros, fiz um estilete com paus e folha de coqueiro e acertei na mosca. Abri o coco batendo em uma pedra pontuda e em seguida bebi e comi. Logo que acabei de comer, fiz uma tala provisória com dois paus e 2 folhas de coqueiro que tinha aprendido a fazer em um curso de sobrevivencia, em seguida dormi.
Quando acordei, percebi que um barco estava perto, e mexi meus bracos o maximo que pude.Eles chegaram rapidinhos e me puseram no barco. No barco contei minha história, sem falar que era investigadora, e em seguida perguntei pra onde estavam indo e responderam que estavam indo pra New Jersey. Depois que chegamos, os homens me deixaram dormir em sua casa.
Em sua casa, fui bem acomodado.Depois de ter falado que iria dormir, fiquei em silêncio, e consegui ouvir eles falarem sobre assalto, roubo, asassinatao, fiquei preocupada, nao sei como dormi.
No outro dia, á tarde, fomos pra cidade, me deixaram escolher uma loja e fiquei numa loja afastada da deles.Aproveitei pra ligar pro meu amigo Carlos que trabalhava no Dpto. De New Jersey.Quando ele atendeu, ficou surpreso por estar ligando, percebi que já sabia de minha história,falei que iria contar os detalhes depois e precisava de um favor, falei os nomes que me acharam e descobri que já tinham sido pressos várias vezes por assaltos a bancos, tentativa de homicídio e sequestros.Após isso percebi que deveria fazer alguma coisa, então fui para o trocador pensar melhor.Quando vi a janela, já sabia o que fazer e fiz naquele exato momento.Depois disso, procurei um beco.Demorei uns 15 minutos pra achar e me escondi nele. Percebi que os caras passaram por la 3 vezes e desapereceram.
Saí do beco e caminhei até o hospital. Quando cheguei no hospital, logo perceberam meu estado e me atenderam.Enquanto me atendia, pedi para fazer uma ligacao e me deram o telefone. Liguei para Carlos, falei pra ele vir para o hospital. Enquanto esperava o carlos chegar, contei minha história aos todos comparecidos.Ficaram surpresos.Logo depois, entra Carlos, e pedi pra ficar a sós.Logo em seguida, contei minha aventura,e ficou feliz por me ver.Pedi que ligasse pro meu departamento e que avissase que iria ficar quatro dias no departamento de New Jersey. Após isso, pedi que carlos fosse dormir para que viesse bem cedo pra ficar comigo.Quando saiu, dormi.
Quando acordei, Carlos já estava la, me deu uma otíma notícia, iria sair do hospital naquele mesmo dia.Depois de sair, Carlos me hospedou em sua propria casa.Em seguida fomos pra o Dpto.
Comecei a investigar alguns casos, até que percebi que um era parecido com um de New jersey, com isso relacionei com um crime atual. Procurei Carlos e falei que precisavamos ir em um lugar.Entramos no carro e dirigimos.
Logo que entramos, percebemos que estavamos em um restaurante. Perguntei gritando se alguem chamava Schin.Um homem no fundao, falou que se chamava schin.Fomos ate a mesa e falei:
-O senhor está preso!
-Mas.. eu não acabei de jantar-resmungou.
Com isso peguei todos os pratos e joguei no chão e disse que agora tinha terminado.Antes de ele se levantar totalmente, disparos estouram o vidro, e balas começam a voar.Nessa hora, já estou embaixo da mesa. Mesmo assustada, resolvo pegar um pedaço de vidro e assim que pego, aparece um cara ao meu lado,percebi que conseguia atirar nele, e fiz naquele exato momento.Apos ter atirado, o cara cai morto e pego sua arma.Antes de outro homem aparecer combinei com Carlos para ele distraí-lo para que eu pudesse atirar.Logo que planejamos, um outro homem para na frente do balcão.Entao ordenei que executasse nosso plano.E logo que se move, levanto e começo a atirar.Após um leve tiroteio, prendo o Schin, e fui verificar se meu amigo estava bem.Quando estava ajudando-o, me perguntou por que meu uniforme estava vermelho.Verifiquei e notei que tinha levado um único tiro no braço, enrolei um pano e saí.Pedi para um outro policial levar Schin para a delegacia, que carlos precisava fazer um favor.Dirigiu até o hospital.Lá percebi que iria que ter que fazer uma cirurgia imediatamente, então pedi que Carlos fosse dormir e chegasse bem cedo no outro dia.
No outro dia, quando acordei, notei que carlos já estava lá.Nesta mesma hora recebi uma notícia que eu iria so ficar mais um dia pra observacao.Me emociomei e pedi que carlos fosse trabalhar, já que iria de carona com um médico que se chamava Renan. Este dia foi quase normal,sem ser que fiquei no hospital.
Nesse mesmo dia, um médico que iria passar o fim de semana em New Orleans, me deu carona, mas como estava cansada dormi no carro.No meio da viagem, o médico parou e dois homens entraram e dirigiram o carro.5 miutos após os homens entrarem, acordei e percebi que alguma coisa tinha acontecido, consegui ouvir eles falarem sobre plano de assalto a banco, me preocupei.Pensei o que poderia fazer e lembrei a onde o Renan guardava sua arma, já que era um ex-policial.Peguei a arma e esperei o exato momemnto.Quando agi, os caras se assustaram e rapidamente tirei a chave do controle e tranquei a porta, pondo alarme.Em seguida, usei um radio para entrar em contato com carlos, pedindo reforço, só que mal acabo de pedir ajuda e chegam. Perguntei porque foram tão rápidos e soube que Renan já tinha avisado.Como o Doutor estava junto, devolvi o carro dele.E pedi carona para Carlos,aceitou e no carro me deu minha arma.
Ele me deixou perto de minha casa na frente de um clube, fui andando até minha casa, pensando em o que teria que fazer. Quando entrei em casa, fiquei assustada por tudo estar jogado.Fechei a porta e dei de cara com um ladrão que apontou a arma,de tão assustada, não reagi e percebi que eram dois ladrões.O que estava com a arma mandou o outro continuar a assaltar, nesta hora,me recuperei e resolvi agir.Com um único chute consegui derubar a arma da mão do assaltante, logo peguei minha arma e consegui algemar o cara.Peguei a outra a arma e o outro homem apareceu e prendi.
Em seguida resolvi levar os dois para delegacia.Chegando lá contei o que aconteu para o meu amigo Tiger e perguntei se podia dormir em sua casa, ele deixou. Fiquei trabalhando no departamento até a hora em que o tiger foi embora.
No dia seguinte, como estava abalada com o que tinha acontecido, deixaram eu ficar trabalhando no Departamento.Aproveitei para interrogar os dois caras e o que estava com a arma, que se chama Ruan, falou que um outro homem tinha obrigado-o a fazer, e ele como não queria fazer sozinho chamou seu amigo(o outro que participou do assalto). Quando terminei de interroga-lo, Ruan me avisou que se seu chefe descobrisse que eles foram presos, ele iria atrás de mim. Após escutar isso, fiquei em minha sala, me sentido totalmente inseguro e não sabia o que fazer, até um amigo sugerir que eu contratasse segurancas para a casa e o carro, e guarda-costa para mim.Pensei nisso e falei com o Tiger, ele disse exatamente a mesma coisa, em seguida fomos a sua casa e dormimos , só que antes de dormir, falei que se for preciso iria mudar de distrito,ele concordou.
No outro dia, trabalhei só no departamento, analisando as evidências, e revendo casos passados.Antes mesmo de ir embora, liguei para uma agência de segurança, e pedi dois seguranças para a casa, dois para o carro e dois para mim.Logo que chegaram mandei os dois de casa, irem para a casa, os outros quatros iriam comigo, e dormi na casa de Tiger
No dia seguinte voltei para a minha casa. Analisei a casa inteira, comôdo por comôdo, e achei um único pedaço de pano preso no bico da mesa.Guardei-o em um saco de evidencias e como estava cansada, chamei meus segurancas pessoais e dormimos no mesmo quarto.
No outro dia, levei minha evidencia para análise e esperei o resultado, analizando outras coisas.Quando chegou o resultado, não me ajudou em nada, já que nao tinha nada que podiamos comparar a amostra de DNA recolhida da evidencia. Em seguida, fui para casa.Quando cheguei, percebi que havia ambulância na porta da minha casa, preocupada, perguntei o que tinha acontecido ao seguranca H2(fundo da casa) e me explicou que tinha ouvido um tiro, veio correndo e percebeu que o seguranca H1(social) tinha levado tiro e chamou a ambulância.Entrando em casa, vi que tudo estava baguncado, havia coisas no chão.O que será que aconteceu?.Para resonder essa questão, pedi ajuda a policia e aos investigadores de nosso departamento.Como era a segunda vez que acontecia alguma coisa em minha casa, liguei para tiger que me deixou dormir novamente em sua casa.Em sua casa, contei nos minímos detalhes o que sabia sobre o que aconteceu em minha casa e fomos dormir.
Apos o feriado, fui ver como estava indo o caso de minha casa,fiquei desanimada,já que não tinha muitas pistas sobre o que poderia ter acontecido.Voltei pro departamento e analisei casos passados,percebi que um carro já tinha participado de vários crimes de assasinato e homicídio, perguntei se o carro foi localizado,mas não foi.Como estava tarde, fui para casa do Tiger e antes de dormimos , conversamos:
-Tiger, o que voce fez no feriado?-pergutei
-Ah, trabalhei no Dpto, comi pizza com todo o pessoal e fomos ao barzinho Duck`s-respondeu- e você?- pergutou.
-Viajei para a praia e fiquei no flat Ilha da Madeira e …-falei.
-Mas o tempo não estava ruim?-cortou minha fala, perguntando.
-De manhã, consigui ir na praia todos os dias, á noite era que chovia bastante-expliquei-e no sábado, fiz essa tatuagem temporária, só que não é de renna-conclui.
-Nossa ,que legal!! Também gostaria de fazer uma, mas ,ultimamente, não tenho tido tempo.
Nós dois, de tão cansados que estavamos, dormimos rapidinho depois da conversa .
No outro dia, enquanto analisava as digitais, percebi que o carro que procuravamos foi encontrado e já estava na garagem para ser analisado pelo Juan e Luana.E dentro dele, havia um celular que mandei analisa-lo, subi.Após 15 minutos esperando a análise,resolvi descer.Levei um susto quando cheguei na garagem, miha amiga estava presa e pedindo ajuda, não sabia o que fazer .Quando percebi que tinha o extintor,bati com ele no vidro e estourou-se, enquanto tentava apertar o botao para desligar,meu outro amigo que levou um susto com o barulho,olhou e levou outro maior ainda.Após ter tirado a Luana, pedi que juan, desmontasse o carro a procura de um chip.Subi com luana para o medico analisar. Em seguida, fui para minha casa dormir, finalmente.
No dia segunite, enquanto analisava as evidencias desse caso, recebi um telefonema avisando que três pessoas iriam analisar o carro.Perguntei quando e responderam que em duas horas já estariam aqui.Após isso, passei a onde Schin estava, e fui até a oficina.Chegando lá, Juan me disse que achou o Chip, e mandei que colocasse tudo no lugar em menos de duas horas. Falei secretamente com Juan, para ele tirar a cópia do chip e colocar o verdadeiro no carro.Fiquei em minha sala,esperando os homens.Quando chegaram, fiquei conversando com eles sobre o carro que era uma ameaça mas descobri que essa firma não usa chip nos carros.Quando fui mostrar o carro a eles, o carro tinha sumido.Voltei e falei com todos que o mais importante era achar o carro assassino que estava solto nas ruas de Orleans.
No dia seguinte, o carro foi localizado e seguimos-o.Quando ele parou, fui armada até a porta do motorista.Levei susto quando vi,que um homen estava dentro.Arrebentei a janela do carro com o cano da minha arma e estendi minha mão até o botão que apertei.Depois tirei ele do carro e levei até o hospital.O meu parceiro que estava comigo, percebeu que eu não estava me sentido bem, e pediu para uma enfermeira fazer um check-up em mim.Enquanto ela foi pegar os utensilios, levantei da cama para beber água, só que desmaiei.Quando acordei percebi que Tiger estava do meu lado e pedi para que ele pegasse uma foto de meus pais.Quando chegou de minha casa, eu já estava dormindo e pediu para a enfermeira colocar no comôdo ao lado de minha cama.
Depois de uma semana, de repouso no hopital, voltei para casa e fui direto nadar,o Tiger tambem foi.Após a hora do almoço, fui para o hospital.Lá fiz um pequeno interrogatório e descobri que o “assassino” escolhe aleatoriamente sua vítima.Voltei para o departamento e verifiquei se suspeito de crimes passados agiam dessa maneira, mas não achei nada que pudesse ajudar e fui para casa dormir.
No outro dia, reuni todos do departamento, e comecei a falar:
-Vocês estão fazendo exercícios regulares?
Silêncio total…..
-Bom,eu e jeniffer estamos nadando e se alguém quiser treinar conosco, terá que nos avisar –Tiger falou
-Retornando ao caso, alguém achou o chip roubado do carro?-perguntei
Nínguem respondeu.
-Por quê ninguem copiou o chip, para ter como reserva-resmunguei olhando diretamente nos olhos de Juan e Luana.
Liberei todo mundo e ficamos eu,Tiger, Juan e Luana na sala.Percebi que o Juan estava pensativo e de repente falou que tinha copiado o chip, só que nao lembrava já que outras coisas aconteceram.Pedi para ele, tentar achar o endereco do chip, mas me avisou que não era simples e demorava no mínimo doze horas. Em seguida, chegando em casa, fiz alongamento e dormi mas com os segurancas no corredor.
No dia seguinte, fiquei analisando as pistas do caso ate que juan avisou que conseguiu o endereço do chip e a empresa que usa-o.Chegando no local, pedi para Juan achar qual computador bate com o chip. Quando achamos perguntei de quem era o computador e disseram que era de um homem que tinha sido demitido há pouco tempo. O dono da empresa, que se chama jack, perguntou se ele podia ver, concordei.Depois 10 minutos , o dono disse que eu estava enganada, pois no chip não tinha nada.Falei que o chip que ele apagou era de minha maquína fotográfica.Prendemos-o e voltamos para o departamento.
No departamento conversei com o Tiger e percebemos que o caso iria ser resolvido, pedi para ele fazer uma lista de todos que foram com a gente, já que iria reuni-los.
No outro dia, eu, Tiger, Juan e Luana fomos nadar.Cada um é bom em um estilo: Crawn- eu, costas- tiger, borboleta- juan e peito- Luana.Nós treinamos até a hora do almoço e cada um foi para um lugar. Quando cheguei no dpto, Tiger falou que não estava achando o Leandro, falei para ele não se preocupar. E agradeci a todos pelo otímo esforço dado a este caso.
No dia seguinte, eu, Juan, Tiger e Luana treinamos natação até a hora do almoço e nos demos um breve tchau, já que iriamos nos rever no departamento.Chegando em casa, fui assistir televisão e enquanto assistia, meu celular tocou.Fiquei assustada e preocupada com o que ouvi.Não conseguia pensar no que fazer, só que decidi ir para o departamento.
No departamento fui interrogar Jack.Mostrando a foto de Ruan, perguntei se conhecia e ele disse que ele era o chefe de Ruan.Além do mais perguntei se alguém mais estava envolvido e ele disse que só faltava o chefe dele, ou seja,o chefão.Pedi para que ele reconhecesse a voz na gravação da chamada e rapidamente reconheceu.Saí do interrogatorio e chamei Tiger.Quando Tiger chegou, falei sobre o possível sequestro de Leandro, nosso parceiro e amigo, e mostrei a gravação.Após escutar, pedi para ele não mostrar preocupação ou medo, já que no dia seginte iríamos receber mais informações.
No outro dia, de manhã enquanto nadavamos, contei a Juan e Luana sobre Leandro.Chegando no Dpto me deram uma carta e fomos para a sala do Tiger. Lá abri a carta e li em voz alta:
Sra.Jeniffer,
Quero que me encontre amanhã, no cais, ás 20h e leve meu parceiro.Se quiser mais inforções ligue para esse numero: 9953-6980.Só tem direito a uma ligação.
Após ler esta carta, liguei para o numero.Quando atenderam pedi para falar com Leandro. Perguntei ao leandro se o homem sabia falar inglês e disse que não.Falei com Leandro, em inglês, sobre um plano que iriamos fazer.Leandro concordou e delvolveu o telefone ao cara.Confirmei com ele o horário e o dia e perguntei se podia ser outra pessoa, concordou e falei que o meu parceiro tiger iria leva-lo.Desligou o telefone.
Em seguida fui falar,com jack .Falei que o tiger ira leva-lo para ser trocado pelo parceiro e disse que quando ele e o leandro estiverem frente a frente era para eles se agacharem que depois cuidarei.Ele aceitou e fomos dormir.
Chegando em casa, paguei os seguranças de minha casa, do meu carro e os guarda-costas, ja que o crime vai ser resolvido e mandei eles embora.
No dia seguinte, fiquei treinando natação, aliviada pois sabia que o caso iria ser resolvido.Após a hora do almoço fomos para um barzinho,comemorar a resolução desse grande caso.Á noite, Tiger foi pro local combinado e como planejamos, executamos o plano e o cara foi preso.
2 ª história
Abril 28, 2009 on 9:14 pm | In Sem Categoria | No CommentsO Passado no presente
Ontem, á noite, cheguei de viajem por volta das 11 horas da noite e fiquei no aeroporto até a uma da manha procurando por minha mala.Em seguida dei queixa de perda e falaram que se localizassem iriam entrar em contato.
Chegando em casa, troquei de roupa, deitei em minha cama e fiquei esperando ate ás 3:33 pois sabia que ou o meu celular, ou o telefone de casa iria tocar, já que durante toda viagem, me ligavam com o número 333,só que não falavam nada.Aquelas ligações me deixavam nervosa e preocupadas.Após receber a ligação fui dormir
No outro dia, fui para o DP, onde logo que cheguei conversei com o Tiger:
– O que aconteceu nos dias em que eu não estava aqui?-perguntei.
-Nada de mais-respondeu- o Leandro conheceu uma garota um dia desses e agora alguém está mandando quebra-cabeças para ele.-explicou
-E como anda a análise do quebra-cabeça?-perguntei novamente
-Ainda está em andamento.-E você ? Como foi a sua viagem?-Perguntou interessado.
Disse que tinha sido boa, já que depois de um longo semestre eu precisava de um descanso mas também disse que no meio dela, senti saudade do trabalho e não via a hora de voltar ao trabalho.Depois acabei a conversa dizendo que minha mala tinha sido perdida no aeroporto.
Após conversar com ele, encontrei Leandro que tambem me perguntou como tinha sido minha viagem e disse que foi boa.Para mudar de assunto, perguntei se podia ver o quebra-cabeça.Quando o vi, falei que o prédio em que estava faltando a peça tinha sido meu primeiro caso quando me tornei investigadora.Em seguida sentei na minha cadeira em minha sala, liguei para a linha telefônica e falei para mudar meu número do telefone naquele exato momento.
Depois de uns cinco minutos, tiger aparece em minha sala dizendo que não conseguia falar comigo e expliquei que tinha mudado a linha por causa da ligaçao estranha que recebia todos os dias as 3:33 da manha.Ele só queria me avisar que iriamos ao lugar onde foi o meu primeiro caso.Neste local achamos um pacote exatamente igual como o outro e com mais quebra-cabeca dentro.Levamos para o departamento e como já estava tarde me despedi.
Cheguei em casa, por volta das 2 horas da manhã e fui dormir só que o telefone, ás 3:33, tocou, atendi e novamente ninguém falou nada.Era a ligação misteriosa.
No dia seguinte, fui ver como estava a análises da segunda caixa de quebra-cabeça e vimos que as caixas foram mandadas pela mesma pessoa.Além disso, Leandro veio falar comigo que, após eu ter saido, achou um pedaço de um material dentro da primeira caixa e que o analizou em seguida e percebeu que era ceramica.
Fui a minha sala, lembrei de minha mala, liguei pra companhia aérea e disse que iria processar se minha mala não fosse encontrada até sexta-feira.
Depois da análise do segundo quebra cabeça, notei que tambem tinha haver comigo, era o segundo lugar que trabalhei em um caso.Fomos direto para lá e achamos uma outra caixa na qual Leandro levou para a casa da garota, que se chamava Nanda.
No outro dia, fui ver o quebra-cabeça e notei que estava faltando duas peças, falei com o Leo e logo em seguida, foi para a casa da Nanda.Depois de 10 minutos, ele voltou com uma peça, só que ao ver o quebra-cabeça viu que tinhamos achado a peça, e tentou encaixar a peça que ele estava segurando no lugar, mas não conseguiu.
Voltei para casa, e encontrei uma mala igualzinha a minha só que com o cadeado diferente.Liguei para o aeroporto e eles disseram que nao tinham achado.Fui até o cadeado e com o número da ligação estranha, abri a mala.Revirei-a e no fundo achei uma camisa branca masculina ensanguentada.Levei para o laboratorio e mandei que comparessem com as amostras do quebra-cabeça.Enquanto analisavam, fui ver o quebra-cabeça,e o lugar em que ele levava era o meu primeiro caso com Tiger.
Chegando no local,encontramos um outro quebra-cabeca, levei-o para o DP e fui pra casa,descansar.Quando estava para sair de casa, meu celular tocou, era o numero da ligaçao misteriosa,mas nem estava perto das 3:33, atendi e ouvi alguém do outro lado falando:
-Ora,ora, parece que você achou meu ultimo quebra-cabeça…mas fica perguntando quem eu sou…
-Como você sabe tanto sobre minha vida??-
-Já já voce descobrira a resposta..
-Heinn??
Já tinha desligado.
Voltei para o departamento e falaram que o sangue da camisa era de algum parente do homem quebra-cabeça,perguntei se houve alguma combinaçao, e falaram que sim, olhei a pasta e relembrei do meu acontecimento, em que quando eu era mais jovem, eu andava com um grupo de garotas e garotos mais velhos,ainda adolescentes, que sempre encontravam um adulto que nos dava dinhero pelo produto que pediu, até que um dia, não conseguimos o tal produto, ele ficou furioso, pegou a arma e quase atirou em um dos meus amigos, só que uma amiga pulou nele e jogou a arma no chão que veio direto para mim, ela só pedia para eu atirar, mas eu nao tinha coragem, até que um outro amigo pegou a arma de mim e atirou.
Depois desse relembramento, Leandro procurou-me e disse uma coisa que não tinha reparado, o sexo do quebra-cabeca é feminino, enquanto o da camisa é masculino.
Enquanto montava o quebra-cabeça, pedi ajuda para o Leandro que na hora que viu uma peça com um X azul, reconheceu a peça que ele tinha pego na casa da Nanda só que estavamos montando um quebra-cabeça que tinha X amarelo.Na hora descobrimos que a Nanda era a chave de tudo, ou seja, a culpada.Chamamos o Tiger e fomos até a casa dela.
Chegando lá, cada um foi para um lado diferente, para cobrir a área mais rapidamente.Entrei num quarto que parecia um deposito cheio de estantes e que me fez tomar cuidado pois eu sabia que ela podia estar entre as estantes.Enquanto checava uma, olhando pra frente, a Nanda jogou um dardo tranquilizante e como desmaei na hora, caí de maduro.
Quando reabri meus olhos, vi que estava amarrada em uma cama como se alguém fosse me torturar.Logo em seguida, a Nanda entrou e perguntei:
-Por quê tudo isso?
-Vai dizer que você não se lembra do acontecimento em que você não teve coragem suficiente para matar um adulto que estava sufocando um dos seus amigos, o meu irmão.-ela respondeu indignada.
-É claro que eu lembro, mas como você sabe?, você não estava lá.-retruquei
-É que como vocês nunca deixavam eu ir, resolvi seguir vocês para ver o que faziam.Só que desde aquele dia que vi duas pessoas morrerem nunca mais esqueci o número:333.-falou
Com medo, resolvi perguntar o que ela iria fazer comigo e respondeu que queria ver se minha equipe é tão boa como falam.Sem mais nem menos, começou a dar-me chutes e socos, acho que foram uns 4 socos e dois chutes.Enquanto estava tonta, falou que o ultimo quebra-cabeça era o local onde ia colocar minha arma e meu distintivo pra que eles tivessem certeza que eu estava em suas mãos.Perguntei o que aconteceria se eu tivesse terminado o quebra-cabeça antes.Primeiramente falou que nada iria acontecer, só que depois falou que iria que ter um novo plano.
Mesmo tonta,cansada e sentindo muita dor, ouvi a Nanda ligar com o número misterioso para tiger e só dizer: termine o quebra-cabeça.Em seguida veio em minha direção e cochichou na minha orelha:eles já sabem o que fazer.
No outro dia, quando acordei, vi que estava em um quarto com uma única porta que é trancada por fora, e não tinha nenhuma janela.Quando a Nanda entrou, veio em minha direção, falando será que eles são mesmos bons?Imagino que você esteje pensando o que eles devem estar fazendo agora.Depois me virou,e sem mais nem menos, chutou-me na barriga e deu-me dois socos.
Quando saiu, falei que precisava de um guardanapo,ela jogou um no chão.Peguei o pedaço de guardanapo e coloquei-o do meu lado.
Sabia que uma das paredes dava para a rua, coloquei o ouvido em uma parede e batia com a mão.Fiz assim até que tivesse passado por todas as paredes.Fui até a parede certa, e comecei a soca-la para que eu pudesse abrir um buraco.Mesmo com muita dor e a mão ja machucada, consegui fazer um buraco com uma tampa.
Peguei o guardanapo e com o sangue que pingava do meu dedo,escrevi socorro em inglês e enrrolei.Passei pelo buraco enquanto um cidadão passava e chamei ele.Ficou meio perdido mas achou o buraco.Pedi que ele levasse o recado para o Tiger do departamento de investigação e que mostrasse a onde achou o recado.E fechei o buraco.
Depois de muitas horas sofrendo, ouço três batidas que era o código que mandei ele fazer quando chegasse.Olhei pelo buraco e falei:
-Demorou, hein?!
Ele se desculpou e disse:
-Eu não sou daqui e demorei para achar o departamento,mas consegui.
-Tiger,você trouxe quantas pessoas?Apesar de ser uma só, ela tem maquinários pesados que equivalem a cem pessoas.Peço tambem que só entrem se perceberem alguma coisa que me faça correr risco de vida.-falei.
O tiger me respondeu e falou que iria obedecer.Nesse exato momento ouvi a voz de Nanda, perguntando irratada, com quem você está conversando?
Ferrou, ela estava com uma arma.Viu que eu fiz um buraco que consigia ver o que se passava na rua.E com mais raiva ainda,apontou a arma para mim,e atirou, só que como me mexi,o tiro pegou no meu ombro.Ela pegou meu braço e ficou puxando para baixo.A dor que eu sentia era infernal e com tanta dor desmaiei.Só reacordei quando Tiger estava do meu lado,cochichando que tinha acabado.Pediu que o Leandro chamasse uma ambulância só que ele falou que já tinha uma esperando a autorização pra entrar.Me puseram na ambulância e dormi.
Após chegar ao hospital, fiz uma cirurgia e fiquei em observação por dois dias e fui liberada.Voltei para casa,agradecida pela ajuda do civil e tranquila por tudo ter acabado.
3 ª historia
Abril 28, 2009 on 9:12 pm | In Sem Categoria | No CommentsUma mudança
de Trabalho
O dia-dia
Hoje foi mais um longo e cansativo dia.Longo porque fiz muitas atividades e parecia que o dia não ia acabar.
Cansativo, pois todas as atividades foram em um ritmo acelerado, menos a pausa para o almoço que serviu para descansar um pouco
Acordei bem cedinho, tomei um café quentinho, coloquei uma roupa de ginástica e sai para correr uns 40 minutos.Acho que consigui fazer uns 5 Km.Voltei para casa, tomei banho e fui para o hospital trabalhar,já que eu sou médica.
O meu turno no hospital é das 8 horas até ás 11 horas da noite, com um intervalo de almoço de uma hora.Tem dias que nem consigo ter esse intervalo.
Até que o turno foi tranquilo, pessoas resfriadas e outras com machucados pequenos.
Na hora do almoço, saí com os colegas do trabalho e fomos comer em uma lanchonete perto do hospital.Conversamos bastantes sobre os casos mais estranhos que já tivemos, esportes e outras coisa.Após o turno, saímos juntos de novo, mas dessa vez para se divertir sem ter o tempo nos pressionando. Cheguei em casa por volta da meia noite, sem ter que me preocupar em acordar tão cedo,já que é fim de semana.Pensou que eu não trabalhava de fim de semana?Mas trabalho, por sorte o turno é menor.
Fim de semana cansativo
Meu fim de semana foi mais puxado do que durante a semana inteira. As emergências não paravam de chegar. Alguns casos tive que transferi para outros médicos,já que estava atendendo uns três casos de uma vez.Ainda bem que acabou,espero que amanhã o ritmo seja menor.
Além disso,não sei como, mas consegui ter tempo para sair com meus amigos.Nós fomos ao cinema,o filme foi ótimo.Fazia tempo que não ria muito.Em seguida, fomos para um barzinho.E conversamos sobre o nosso turno de hoje e de durante a semana,mas também falamos sobre outros assuntos como esporte,política,medicina.
Pelo menos consiguirei dormir melhor, já que estou mais relaxada.Vamos torcer para que amanhã, meu turno não seja tão cansativo como foi o fim de semana.
Muitas pessoas acham que nos fim de semana nós, médicos ,tiramos folgas,mas na verdade é ao contrario.Esses dias é o que mais trabalhamos, ou seja, damos o maxímo de gás possível.
O Estranho
Vocês não vão acreditar no que aconteceu comigo depois que sai do turno no Hospital.Vou contar meu dia desde o ínicio e não só a parte que nos interessa.
Acordei um pouco mais tarde que os outros dias pois não estava com vontade de levantar mais cedo só para correr.Depois tomei café, me troquei e fui para o hospital.
A parte da manhã foi tranquila.Só atendi casos de acidentes leve, como tombo,escorregão e até mesmo pessoas com um leve resfriado.
Após o meu horário de almoço, o turno começou a ter um ritmo mais acelerado.Não paravam de chegar vítimas de acidentes em que carros, ou motos, ou ciclistas e até mesmo pedestres poderiam estar envolvidos.Essas vítimas não estavam com ferimentos leves, mas seriamente machucadas que qualquer minuto poderia decidir se aquela pessoa iria viver ou morrer.
Estava voltando para casa por volta das duas da manhã, quando vi uma pessoa caída no chao.Tentei ver se alguém estava passando para pedir para ligar para emergência,mas não havia ninguém. Como sou médica, a primeira coisa que percebi era que ela estava inconsciente. Notei, tambem, que tinha sido machucada, o que normalmente acontece quando somos espancados. Quando fui pegar o estetoscópio, na minha bolsa, para verificar os seus sinais vitais,uma gangue de rua que estava escondida me atacou por uns 20 minutos e desmaiei na hora.
Só retomei a consciência quando cheguei no hospital.No quarto em que fiquei notei que o medico estava do meu lado.
-Oi- disse,mesmo cansada
-Você teve muita sorte. Eu estava voltando para o hospital e vi você.-comentou
-Muito obrigado, e a outra pessoa?-agradeci e perguntei aflita.
-Quando a vi, pelo menos estava consciente e não foi tão espancada como você.-respondeu indignado-e uma pergunta: você não está me reconhecendo, né?-questionou-me.
-Estou muito cansada, machucada e mal consigo deixar meus olhos abertos.-falei.
-Então deixarei você descansar. Até amanhã .-falou.
A Mundança
-Como você está, jeniffer?-o médico perguntou enquanto entrava no quarto.
-Estou bem melhor,Carlos-respondi.
-Agora você me reconhece, hein?-falou brincando.
-Também agora estou descansada-comentei.
Logo em seguida me deu uma boa notícia, que logo eu iria ter alta.
Após uns 20 minutos,Carlos entrou e falou que eu já tinha alta, agradeci-o por tudo e disse que queria voltar ao trabalho logo depois do almoço e ele disse que tudo bem.
Chegando em casa, vi um pouco de televisão, comi algumas bolachas,já que eu estava com fome.Em seguida, chequei meus e-mails mas só havia propagandas, coisas inúteis.
Por volta da 13:00 , saí de casa e fui para o hospital.Peguei o pessoal saindo para almoçar e acabei indo junto.
Depois de comermos, voltamos a trabalhar. Me senti renovada e contente comigo mesmo.
Peguei casos simples, e de vez enquando, alguém pedia minha ajuda,principlamente os estagiários, já que não eram experientes.
Trabalhei até às três horas da tarde, e disse a Carlos que eu tinha que resolver uns problemas no banco.
Chegando no banco, vi que o negócio iria demorar, havia uma fila gigantesca,mas como era meu único dia que podia, resolvi enfrentar a fila.
Fiquei mexendo no meu celular, conversei com algumas pessoas da fila enquanto esperava a fila andar.
Quando a minha vez chegou, um homem entrou gritando que era um assalto e deu um tiro para o teto. Todos nós fomos obrigados a se enconstar na parede.
Começamos a ouvir gemidos de dor, o assaltante foi em direção a um homem e com a arma no queixo desse homem, perguntou se estava fingindo.E ele disse que não,apontou para sua perna e o assaltante viu que havia um machucado na perna do homem.
-Há algum médico aqui?-perguntou
Ninguém respondeu.
-Há ou não?-perguntou aflito
-Eu sou médica-respondi aflita
Puxou-me pela blusa e me jogou ao lado do moço. Depois de 10 minutos voltei ao meu lugar.
O assaltante me perguntou o que ele tinha e falei que aquele machucado era como se ele tivesse levado um tiro, encostou a arma no meu queixo e disse que eu estava mentindo. Mesmo assustada, mostrei a bala e falei que tinha tirado do machucado.
-Mas como é possível se eu não atirei em nínguem?-perguntou indignado
-Talvez aquele primeiro tiro que voce deu, tenha desviado e acabou acertando o corpo dele-falei.
Notei que o assaltante estava preocupado e assustado. Tomei coragem e disse que se ele se entregasse agora, seria só acusado de assalto e não de tentativa de homicidios.
Enquanto o assaltante pensava, o homem que ajudei me perguntou o meu nome, falei que era jeniffer.
Logo em seguida, vi que o ladrao estava se rendendo e suspirei aliviada. Todo mundo no banco começou a gritar o meu nome. O detetive entrou e perguntou, para a primeira pessoa que encontrou, por que estavam gritando aquele nome e quem era ela.
Quando chegou em mim, quis saber o que falei e disse palavra por palavra.Saiu para conversar com seus superiores.
Quando voltou, falou que nesse pouco tempo pesquisou sobre mim e notou que eu sempre quis ser detetive e completou dizendo que agora eu era um deles, me entregou um distintivo e uma arma.
Antes de dormir, percebi como eu era sortuda, meu maior sonho estava se tornando realidade.
O Primeiro dia
Logo que cheguei no departamento, soube que iria trabalhar como parceira de Leandro. Apresentei-me a ele, contei sobre minha vida e as experiências vividas no hospital.Leandro contou sobre suas experiencias como policial e investigador.
Enquanto conversavamos, Leandro lembrou que estava analizando um caso em andamento e aproveitou para me ensinar como analisar casos e com isso, pude ajudá-lo a analizr o caso.
Como nós dois estavamos analizandos, Leandro notou algo estranho nos relatórios e quis verificar.
Fomos até a casa da vitíma do caso, fizemos algumas questões e percebemos que havia algumas incoerências.
Após essa visita, voltamos para o departamento. Nele, Leandro pediu que eu analizasse uns outros casos em andamento, para ver como eu me saíria e por quê ele queria analizar as novas informações coletadas com o caso, só que sozinho.
Estava vendo as anotações de um caso, quando um nome me soou conhecido, pedi para ver as anotações do caso do Leandro.
Fomos até a casa dessa pessoa que aparecia em dois casos recentes.Fizemos algumas perguntas e obtivemos novos fatos.
Quando estavamos voltando para o departamento, houve uma chamada de reforços para perseguição de um carro ford 2.0 em alta velocidade.Atendemos o chamado e fomos atrás do carro.
Em um cruzamento, conseguimos encurralar o carro.Logo que o homem saíu, Leandro estava se dirigindo até ele, quando gritei para que ele parasse de andar, pulei na sua frente, e consigui atirar na perna do cara que também atirou e me acertou, mas por sorte, como era iniciante, estava usando colete à prova de bala.
Após o susto, pedi que Leandro me deixasse em casa, já que estava muito tarde, e que levasse o homem para a delegacia.
O Encontro
Assim que cheguei no departamento, no dia seguinte, fui conversar com Leandro. Perguntei sobre o homem que havíamos prendido na noite anterior, respondeu que ele estava bebado e que tinha feito coisas erradas.
Enquanto conversava, Leandro lembrou que Tiger queria falar comigo. Fui até a sala dele e perguntei o que ele queria.
Ele disse que meu parceiro tinha contado sobre o meu ato heróico e disse que ficou surpreso. Disse que, no meu primeiro dia, já agi como uma policial. Me contou que eu se continuasse agindo do jeito como agia, não iria ser mais iniciante em mais ou menos dois dias, ou seja, seria um recorde,mas Tiger pediu para que eu não contasse a ele.
Voltei para a minha sala e a do Leandro, que é a mesma, e começamos a analizar o caso de ontem em que tivemos novidades.
Por volta das três horas, falei para o Leandro avisar o Tiger que tinha saído por que iria buscar uma encomenda de um amigo que mora longe.
No meio da estrada, notei que precisava por gasolina, por sorte avistei um posto não muito longe da onde eu estava.
Quando parei o carro no posto, só vi um homem encostado em seu carro. Assim que saí do carro, minha carteira caíu no chão e agachei-me para pegá-la.
Ao me levantar, consegui ver pelo retrovisor que o homem do carro estava com uma arma mais poderosa que a minha.
-Largue a sua arma!- o homem ordenou-me
-Mesmo você tendo uma arma melhor que a minha, não significa que você sabe atirar bem. -comentei.
-Eu sei-respondeu-e é por isso que eu não estou sozinho-acrescentou.
Olhei em minha volta,e vi que estava cercada por uns oito homens com um rifle.Acabei me redendo,pois não havia jeito.
Chegou do meu lado e cochichou no meu ouvido o seguinte: “eu sei que vocês, policiais, estão atrás de nós”. ”Sim, somos nós que vocês estão procurando.”
E em seguida me empurrou contra a porta do meu carro,desmaiei na hora por ter batido fortemente a cabeça contra a janela.Após isso, me amarrou e me jogou em seu porta-malas.
Reacordei quando estava em seu esconderijo,e notei que o homem estava ao meu lado, vi que estava com o meu celular,e escutei ele ligar para o Tiger e o ouvi dizendo para Tiger que o homem estava comigo.
No departamento, após Tiger receber a ligação, ficou preocupado, não sabia se era verdade o que ouviu. Enquanto andava pelos corredores, encontrou com Leandro que disse que o amigo da Jenifer tinha ligado, avisando que ela não tinha chegado ainda.
Logo que acabou de falar com Leandro, recebeu uma nova ligação, em que um homem estava dizendo que acabou de sair do banheiro e viu que um carro estava do lado de fora e que quando saiu para ver o que a pessoa queria, notou que não tinha ninguém, mas viu que havia rastros de vidros no chão,o que normalmente indica luta.
Tiger ficou preocupado e falou que iria ao local imediatamente. Enquanto se dirigiam, mostrou a ligação ao Leandro que ficou preocupado.
Ao chegarem ao local, logo reconheceram a van parada,e começaram a procurar indicios de pista, mas não havia nada, então resolveram levar a van de volta para o departamento e esperar até a manhã do dia seguinte.
A fuga
No dia seguinte,à tarde, o homem que me pegou, veio ao meu lado e sem motivo, começou a me bater.Após 15 minutos, chamou dois capangas para tomarem um drinque e pediu para o novato cuidar de mim.Notei que o novato estava com medo, perguntei o que era.
-Não queria estar envolvido nisso-disse-me.
-Como você se meteu, então?-perguntei.
Contou-me que o chefe era o irmão dele e como era seu irmão, o obrigou a participar como sendo um treinamento para entrar na quadrilha.
Após pensar por uns 10 minutos, o novato disse que tinha um jeito de me tirar do esconderijo. Contou-me tudo e logo em seguida o executamos.
O novato estava ao meu lado, com uma arma apontada para minhas costas embaixo do casaco que eu estava vestindo. Estávamos andando por uma avenida movimentada quando ele cochichou que iria fazer a ultima parte de nosso plano. Atirou em mim e caí logo em seguida, fazendo com que o pessoal fizesse uma roda em mim.
Quando estava caída, consegui ouvi gente pedindo para chamar ambulância e gente respondendo que já a haviam chamado. Nessa confusão, uma médica sai de uma lanchonete e corre direto para a multidão.
Assim que me viu, se surpreendeu com o meu estado, mas percebe que estou consciente. Começa a me examinar e nota que levei um tiro, faz um curativo o mais rápido que pode. Durante o exame, conversava comigo para ver se eu ainda estava consciente.
Luiza me acompanhou até o hospital onde fui passada para o Carlos. Logo em seguida ligou para Tiger contando que tinham me encontrado.
Tiger chegou rapidamente no hospital, encontrou Luiza na porta, e rapidamente perguntou se sabia de alguma coisa. Ela contou sobre o novato e seu plano, Tiger comentou que já sabia, pois o novato foi até o departamento se entregar.
Após essa conversa, encontrou com Carlos, e antes que Tiger perguntasse algo, disse que eu tinha passado por duas cirurgias de emergência e o que restava era esperar.
Em seguida, Tiger quis me ver de qualquer jeito, e ficou assustado ao ver que o chefe da quadrilha não teve dó. Ficou ao meu lado por uns quinze minutos e em seguida foi para casa dormir, já que iriam executar um plano para prender a quadrilha.
A recuperação
No dia seguinte, por volta das onze horas acordei ainda um pouco fraca. Consegui ver que Leandro e o novato da quadrilha estavam do meu lado. Contaram que conseguiram prender a quadrilha inteira, mas não iriam conseguir sem a ajuda do novato. Como ele queria ser da polícia, combinaram em deixar ele como iniciante e sempre acompanhado por um experiente.
Logo em seguida, Carlos entrou me perguntando como eu estava, respondi que estava bem melhor. Carlos falou para Leandro que eu iria me recuperar logo, estimou que uns quatros dias eu iria receber alta.
Nesses quatros dias, Tiger, Leandro e o Novato, que se chama Diego, visitavam-me nos horários de folgas e no horário de almoço.
No quarto dia, eu já estava totalmente recuperada e como foi previsto pude ir para casa. Como era o meu primeiro dia, após uma longa recuperação, Leandro se ofereceu para ficar comigo. Conversamos sobre os assuntos mais diversos, vimos filmes, e fomos dormir por volta das onze horas.
No dia seguinte, tomei café junto com Leandro e em seguida fomos ao departamento. Tudo estava normal quando entramos.
Leandro me levou até a nossa sala, onde me apresentou Diego, o policial iniciante. Ficamos conversando sobre diversos assuntos. Quando estava na hora do almoço, não fomos numa lanchonete de costume, na verdade nem saímos do departamento.
Leandro e Diego me levaram ao auditório e assim que entrei, o pessoal começou a aplaudir. Notei que era uma festa por eu ter conseguido achar um jeito de prender a quadrilha sem mesmo estar procurando. Pediram para me sentar na frente, Tiger fez um longo discurso contando sobre o meu primeiro ato heróico e terminou dizendo que eu poderia trabalhar sozinha, mas comentei que eu queria continuar sendo parceira de Leandro.
Em seguida apresentamos Diego, o novo membro da família,e todos percebemos que iria ser o começo de uma equipe com uma longa amizade pela frente
4 ª historia
Abril 26, 2009 on 2:27 pm | In Sem Categoria | 1 CommentA vida de Jessica
Prólogo
Bem, leitores, meu nome é Jessica, sou veterinária, e tenho 22 anos e estou namorando com Jon há 2 anos. Neste livro, irei contar um pouco sobre o meu cotidiano, uma parte que me marcou e… Ops, melhor eu ir parando se não posso acabar contando o final. Então, espero que tenham uma boa leitura.
Um dia de veterinária
Hoje foi um dia normal. Acordei, tomei café e fui para a clinica. Atendi caso de cachorros maltratados em que conseguimos resgatar o animal. Também tive consultas diarias.
Durante a minha estadia na clinica, Jon ligou para mim marcando um jantar em um lugar especial e disse que era surpresa.
Após o almoço, resolvi ir ao shopping comprar presentes de natal, já que esta data estava perto. Fiquei até umas três da tarde e em seguida saí com alguns amigos da clinica e do resgate.
Quando cheguei em casa, por volta das sete, Jon disse para eu me apressar que estava ansioso para ver como iria reagir a surpresa dele.
Assim que fiquei pronta, fomos para o carro. Ele colocou uma venda em mim para que eu não reconhecesse o caminho.
Ficamos andando de carro por uns vinte minutos e quando chegamos, Jon tirou minha venda. Fiquei encantada com a escolha dele, era o restaurante que eu mais gostava. Comemos, conversamos e bebemos até umas onze.
Em casa vimos filmes e assistimos à TV até umas duas.
O inicio
No dia seguinte acordei, tomei café junto com o Jon e depois peguei uma carona com ele para o trabalho. Na clinica, chequei como alguns cachorros estavam se recuperando.
Tambem dei umas checadas diárias em alguns cachorros que tinham consulta, assim como vacinas.
No meio disso, liguei para o chefe da equipe de resgate perguntando sobre Luiza, já que ela não apareceu para ver como estava o cachorro que ela recuperou e se apaixonou, mas o Danilo disse que ela não tinha ido trabalhar e não sabia o porquê.Perguntei se já tinha ido a casa dela, e respondeu que não.Falei que queria ir junto para ver se alguma coisa aconteceu.
Após 15 minutos, Danilo apareceu e fomos a casa dela. Vimos que a casa estava trancada por fora, mas o carro dela não estava lá. Então resolvemos ir para a delegacia dar queixa de desaparecido. Ajudei Danilo com algumas informações que tinha oferecendo aos policias, em seguida, pedi que Danilo me levasse para casa.
Chegando em casa, Jon estava me esperando em casa para jantar. No jantar, ele disse que a comida tinha sido feita por ele, mas eu não estava prestando muita atenção no que ele falava, já que pensava na Luiza. No decorrer da noite, Jon percebeu que estava preocupada com alguma coisa e me perguntou sobre o que era. Disse tudo que sabia sobre o que havia acontecido com Luiza.
No dia seguinte, acordei junto com Jon, tomamos café, e em seguida sai para trabalhar enquanto Jon iria cuidar da casa, já que estava de folga.
O meu trabalho é repetitivo, já que a única coisa que fazemos é cuidar de animais, mas como eu me apaixonei pelos animais, gosto muito de exercer minha profissão.
No meio do meu horário de trabalho, liguei para o Danilo que me confirmou que a Luiza tinha sido seqüestrada, mas não havia pistas para seguir.
Em seguida continuei com meu turno ate à hora de ir embora.
Chegando em casa, falei sobre Luiza e em seguida saímos para comer mesmo sabendo que estávamos preocupados com a Luiza. Depois que chegamos em casa, fomos dormir.
O seqüestro
No outro dia, acordei e lembrei Jon que iria ficar ate mais tarde na clinica. Jon me levou ate a clinica e foi para o seu trabalho.
Na clinica, atendi consultas diárias, chequei as vacinações, conferi a recuperação de alguns cachorros resgatados.
Na hora do almoço, liguei para o celular de Danilo, mas ao atenderem fiquei surpresa de não ser Danilo que estava falando, era um de seus aprendizes no resgate. Perguntei o que ele fazia com o celular de seu chefe e me explicou direitinho. Percebi que ele também tinha sido seqüestrado pelos mesmos homens da Luiza.
Fiquei preocupada ao mesmo tempo com luiza, Danilo e comigo, pois todos acabávamos trabalhando juntos em algum caso.
Após a ligação, chequei novamente os cachorros e fiz o que era necessário até ser nove da noite. Fui para a sala dos funcionários, tomar um lanchinho quando vi que um aprendiz também estava preparando seu lanchinho.Enquanto tomávamos, o aprendiz disse que eu podia ir, já que ele iria terminar de arrumar.
Enquanto andava em direção ao meu carro, liguei para o Jon, avisando que eu estava saindo. Assim que pus a chave do carro na porta, me bateram com alguma coisa na cabeça que me fez cair no chão e em seguida puseram clorofórmio na frente do meu nariz, o que fez que eu ficasse mais tempo possível desmaiada.
Quando abri os olhos novamente, vi que estava ao lado de Luiza e de Danilo, mesmo meio tonta, respondi a pergunta que Danilo fez. Assim que minha consciência retornou, perguntei tanto para a Luiza, assim como para o Danilo, o que aquele homem tinha feito com eles, mas me disseram que ele não trazia água nem comida e era só. Como estava cansada, falei com meus amigos que o melhor era ir dormir.
Enquanto isso Jon decidiu ligar para clinica já que eu estava atrasada e não atendia no celular. O aprendiz atendeu ao telefone e logo em seguida, foi ver o que tinha acontecido comigo, e notou que meu carro ainda estava lá e meu celular estava jogado embaixo do carro, explicando a Jon que eu poderia ter seqüestrada. Jon já tinha idéia de quem era, o mesmo da Luiza.
As libertações
No dia seguinte de manhã, como os dois ainda estavam dormindo, resolvi conversar com o seqüestrador.
-Por que você esta fazendo isso?- perguntei.
-Por que vocês me acusaram de mau-tratos de animais e vocês iriam ser as testemunhas-chaves, como vocês não estarão lá, o julgamento vai ser adiado. -me respondeu.
Disse que a moça não iria testemunhar e que a única coisa que ela fez foi resgatar o cachorro, com isso pedi que a libertasse e me respondeu com um olhar de pensativo e saiu.
Em seguida, Luiza e Danilo acordaram e conversamos durante uns 20 minutos, antes do homem voltar e pegar Luiza falando que iria libertá-la. Eu e Danilo ficamos conversando até cansarmos.
No outro dia, pensei sozinha e vi que não queria que Danilo ficasse mais um dia, mas como ele estava acordado pedi ao homem para que pudéssemos conversar a sós.
Pedi a mesma coisa para que libertasse Danilo, já que quem decidia se era mau trato ou não era eu, notei que o homem ficou nervoso, e ameaçou de falar, mas desistiu, me puxou com força para que eu ficasse de pé e assim que chegamos no quarto me jogou com tanta força, que como acabei deitando em cima de meu braço,torci-o.
Danilo me perguntou o que eu falei para ele para tê-lo deixado tão bravo, mas não falei nada. Ficamos quietos, olhando um para o outro até que o homem pegou Danilo e o lançou para fora.
Após isso, pensei em Luiza, se tinha conseguido achar a delegacia, ou o hospital. Vi que a única coisa que restava a fazer era dormir.
A Recuperação
Nos dias seguintes, ficava pensando em Jon, já que tinha muita saudade dele. De vez em quando, falava comigo mesmo, para tentar fazer o tempo passar mais rapidamente.
Só nos sétimo dia, o seqüestrador resolveu entrar sozinho e ficar parado, falando comigo de vez em quando, mas como eu estava fraca, apesar de ouvir, não conseguia responder. Ouvi que a ultima coisa que ele falou foi adeus. Ele saiu, deixando as portas abertas.
À tarde, ouvi que alguém tinha entrado na casa, mas como eu estava quase desmaiando, não conseguia me mexer, nem falar mesmo como se estivesse cochichando. O moço, que entrou vasculhando a casa pelo seqüestrador, acabou me achando e ligou pedindo socorro imediatamente.
Logo que me encontrou, ele não estava me reconhecendo, mas enquanto esperava pela emergência, pude ouvir que ele falou meu nome, antes de desmaiar o reconheci, era o Mike, um dos meus aprendizes da clinica.
A primeira coisa que fiz após reacordar foi estranhar o tubo que estava na minha garganta. Em seguida ouvi o Jon que estava ao meu lado dizer que era bom me ter de volta.
-Por quê?- perguntei ainda meio tonta.
-Você ficou desmaiada por três dias, depois que Mike te achou. –me respondeu
Nessa hora, o médico entrou e me perguntou como eu estava me sentindo, disse que eu estava um pouco melhor, ainda meio tonta. Pediu-me para descansar já que era uma e meia da manhã.
Na manhã seguinte fiz vários exames para checarem se tudo estava e ordem. Após uns 20 minutos esperando alguma noticia do doutor, ele entrou e disse que eu iria ficar só mais um dia por precaução, e fiquei mais tranqüila.
Depois do almoço, Mike apareceu para fazer uma visita, agradeci por ter me achado. Em seguida ele disse:
– Sabe o homem que é culpado de tudo? , então ele se chama Newton.
– Você o conhecia?-perguntei estranhando.
-Aham, eu trabalho, ou trabalhava para ele, quando não estava na clinica. – repondeu- eu nuca pensei que ele fosse o responsável- comentou.
-Como você me achou?-perguntei
E ele me respondeu que tinha ido entregar uma encomenda e como o Newton nunca deixava a porta aberta, resolveu entrar,já que estranhou e acabou me achando. Contou também que depois que me pegaram achou uma carta dele dizendo adeus. Com isso percebi que o Newton não foi pego.
À tarde, Danilo e Luiza me visitaram, conversei com eles sobre os seus dias e também contei o que sabia sobre o Newton. Perguntaram-me de onde eu tirei essas informações e falei que o Mike tinha contado.
Jon veio à noite, para dormir comigo no hospital, conversei com ele, sobre o que gostaria de fazer depois de sair do hospital e contei que eu iria ficar só mais um dia. Em seguida como estávamos muito cansados, acabamos caindo no sono.
A Saída
Logo depois que acordei, vi que Jon e Carlos que era o médico, estavam cuidando da papelada de alta. Enquanto isso, eu tomava café e assistia à televisão. Em seguida, Carlos trouxe minha roupa e disse que em alguns minutos eu iria ser liberada.
Após me trocar, relembrei o Jon do que queria fazer assim que saísse do hospital e ele disse que já tinha programado sua agenda. Depois de uns 15 minutos, saí do hospital e dirigi-me ao carro.
No carro, Jon e eu estávamos discutindo qual seria a melhor raça de cachorro para nós adotarmos. Estávamos em duvida entre cinco tipos de raças: Beagle, Border Collie, Clumber Spaniel, Cocker Spaniel inglês, Golden retriever e Labrador. Cada um com um ponto marcante e outro fraco. Nós resolvemos esperar chegar ao centro de adoção para que nossa decisão fosse definitiva.
No centro de adoções, ficamos mais confusos do que já estávamos, pois a variedade e a quantidade de cães para a adoção era incrivelmente enorme. Tiramos algumas duvidas, já que queríamos que o cachorro se desse bem tanto com pessoas como com os animais.
Nessa hora estávamos passando em frente do cercado de labradores, quando Jon e eu decidimos que iríamos escolher um labrador, o bom é que não tinha muitas opções. Ficamos encantados com um macho que assim que a gente passou veio direto para a cerca e escolhemos-lo.
No caminho de volta para casa, ficamos discutindo opções de nomes para dar a ele,mas então eu disse que seria bom esperar um pouco, pois as vezes uma característica especial pode acabar dando uma dica de um nome perfeito para o cachorro.
De Volta a Rotina
Hoje foi um dia normal. Acordei de manhã, tomei café e fui para o trabalho. Nele, fiz hidroterapia de dois cães que estavam em recuperação pós- operatória.
Na hora do almoço, botamos a conversa em dia, me contaram novidades incríveis. Reencontrei Danilo e Luiza à tarde para discutirmos sobre um novo caso de crueldade contra os animais. Como era meu primeiro dia, trabalhei só meio período, para que meu corpo possa se acostumar novamente com a rotina. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ir para a piscina e claro que o novo membro da família,o Roney também entrou comigo, já que estava um calor infernal,além de ser louco por água. Fiquei intercalando a piscina com o sol por mais ou menos uma hora e em seguida resolvi relaxar vendo televisão até a hora que Jon chegar.
Assim que chegou, veio direto ficar comigo e a primeira coisa que fizemos foi contar o nosso dia. Em seguida ele comentou sobre o dia seguinte já que seria meu aniversário e depois resolveu tomar banho para o jantar.
O jantar foi cheio de troca de olhares tanto duvidosos como olhares amorosos.
Após o jantar, vimos mais teve e acabamos indo dormir por volta de meia-noite.
A Surpresa em dobro
No dia seguinte, logo que acordei, avisei Jon que iria trabalhar até mais tarde, ele disse que aproveitaria para fazer hora extra.Como era rodízio de meu carro, ele me deu carona até a clinica, a onde meu primeiro paciente do dia me aguardava.
Assim que entrei, fui para o consultório, me preparar para a consulta. Logo que fiquei pronta, chamei o dono do meu paciente, que se chamava Caio e seu cão, Rudolph.
Perguntei qual era o problema de Rudolph e caio respondeu que ele estava ficando muito mais tempo parado, o que levava-o a dormir, além de que quando ele é pego pela barriga, ele reclama de dor. Com essas informações, pedi que ele levasse Rudolph em outra clinica para fazer alguns exames e que após o resultado sair, voltar aqui.
Logo que saiu, o meu segundo paciente entrou,era o Ducky, era um dos cachorro marcado para uma cirurgia hoje. Examinei-o para ver se tudo estava bem, e pedi que Carla se despedisse dele. Ele foi levado a área de preparação de cirurgia.
Quando a minha segunda consulta acabou, vi que estava na hora da primeira cirurgia do dia. Preparei-me e fui direto para a sala de cirurgia. A cirurgia foi feita para tirar um tumor, e ela levou uma hora, sem mais complicações. Assim que ela acabou, já estava na hora do meu almoço.
A minha equipe e eu fomos almoçar em um restaurante como uma comemoração por ter feito a minha primeira cirurgia com suscesso.
De tarde fiz checagens diarias e consultas rápidas até as cinco da tarde. Em seguida estava no horário da minha segunda cirurgia. Esta cirurgia precisou acontecer simultaneamente com dois veterinários operando o cachorro. Só que em vez de ser tranqüila como a primeira, além de já ser demorada, teve complicações durante sua ocorrência. Portanto a cirurgia durou quatro horas, ou seja, das cinco da tarde até as nove horas da noite.
Assim que a cirurgia acabou, Mike falou que era necessário comemorar meu aniversário, então me levou em um bar-pizzaria.
Logo que entrei, todos que estavam presentes gritaram em coral:
-Feliz aniversário!!!
Minha cara foi de tanta emoção e surpresa que no momento não tive palavras para expressar o que sentia, nem agora as tenho.
Perguntei a eles como conseguiram guardar esse segredo de mim, já que eu posso facilmente descobri-lo. E eles me responderam que cada um ajudou a preparar a festa, portanto todos tinham esse segredo em comum.
No bar-pizzaria, comemos aperitivos, pizzas e claro que bebemos e no final teve um bolo de sobremesa. Durante a festa conversamos sobre os assuntos mais diversos.
Quando cheguei em casa, Jon e Roney estavam me esperando. Roney veio super alegre e fez festa em mim. Em seguida sentei ao lado de Jon e conversei sobre meu dia-a-dia. Terminei a conversa falando sobre a festa surpresa que meus amigos tinham preparado para mim.
Assim que terminei de dizer, Tiger disse:
-Falando em aniversário, tenho uma surpresa para você.
Ajoelhou-se na minha frente e me pediu em casamento, mostrando um anel com diamante. E sem pensar muito aceitei. Nesse dia, fui dormir duplamente feliz.
No dia seguinte, acordei hiper-animada, já que o meu maior sonho tinha sido realizado. E assim que cheguei a clinica, contei sobre o pedido de casamento do Jon, mostrando a aliança que tinha me dado. Contei isso repetitivamente até o fim de meu expediente quando pude voltar para casa e curtir a vida com os dois machos pertencentes a mim, Jon e meu cachorro, Roney.
Olá mundo!
Abril 17, 2009 on 5:19 pm | In Sem Categoria | No CommentsDesde o ano passado, começei a escrever histórias graças a minha amiga Fernanda Carramate que também escreveu algumas histórias.Com isso, percebi que se eu não compartilhasse minhas histórias em um lugar de fácil acesso, poucas pessoas iriam ler, então resolvi criar um blog para publica-las.
Ao todo são quatro histórias, algumas bem longas como se fosse um livro, outras são medias.
Espero que gostem delas.
ps: irei começar no proximo artigo
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